Escolher: o que fica e o que vai?

21:30

      Março, o mês em que o frio começa a dar tréguas, para nós é sinónimo de limpezas de Primavera!
      Aproveitamos sempre para dar uma volta aos nossos roupeiros e trocar as roupas de inverno por umas mais fresquinhas. É nesse processo que temos realmente oportunidade de ver as peças que temos e chegamos sempre à conclusão que, apesar de termos os armários a transbordar, acabamos por usar quase sempre o mesmo conjunto de peças!
      Por isso, costumamos fazer uma seleção de peças das quais temos (sim, é mesmo uma necessidade!) de abdicar. Simplesmente já não as usamos (estão estragadas, já não gostamos, já não nos servem, etc.) e têm de dar lugar às novas aquisições!
      Dito isto, achámos que seria interessante partilhar convosco os passos fundamentais do nosso sistema:

PASSO 1
Algo essencial para que a limpeza corra bem é ver todas as peças que possuímos, portanto o começo passa por retirar TUDO do roupeiro e de todas as gavetas.

PASSO 2
Verificar todas as peças, uma a uma e, se necessário, experimentar.
Em simultâneo, averiguar: A roupa ainda está em boas condições? Tenho dado uso? Ainda me serve, assenta-me bem e sinto-me bem quando a uso? Gosto mesmo desta peça e adequa-se ao meu estilo atual?

PASSO 3
Consoante as respostas às questões anteriores, separar a roupa em cinco categorias (com sacos, caixas, etc.):
-Ficar: A roupa que passou no “teste” do passo anterior são para ficar. Que tal uma lavagem antes de as arrumar de novo no roupeiro? Assim, quando precisarmos estão limpinhas e engomadinhas, prontas a vestir!

-Doar: Todos temos roupas que, por variadas razões, não vestimos, mas que ainda se encontram em ótimo estado. Juntá-las e entrega-las numa instituição que esteja a necessitar é sempre uma boa opção. Todos ficam a ganhar.

-Vender: Uma alternativa que podem tentar antes de doar, especialmente se estiverem a precisar de algum dinheiro, é vender as peças que estão como novas. Podem tentar em sites ou mesmo em lojas físicas de roupa em segunda mão.

-Guardar: Não há problema em guardar algumas peças que têm maior valor sentimental. Aliás, temos sempre aquela ideia de guardar para vestir aos nossos filhos ou só mesmo para lhes mostrar, porque têm alguma história engraçada. Mas atenção, não vale guardar tudo com esta desculpa!

-Lixo: Para aqui devem vir as peças que não se adequam em nenhuma das restantes categorias. Coisas com muito uso ou mesmo estragadas não podem ter outro destino.




      Entre nós as duas, esta a escolha do que podemos guardar é a que, sem dúvida, cria mais discórdia. É inevitável termos opiniões diferentes e formas distintas de ver as coisas: uma prefere guardar algumas para eventualidades futuras, enquanto a outra facilmente se descarta metade do conteúdo do roupeiro!
      Nestas alturas, tentamos sempre manter o bom senso e fazer algumas cedências de ambas as partes.

PASSO 4
Por vezes o passo mais doloroso: voltar a arrumar tudo! Mas claro, apenas aquilo que selecionaram para ficar.
Os restantes montes já têm destino, não se esqueçam! Toca a libertar o espaço do vosso quarto.

Quais são as vossas estratégias para libertar algum espaço do vosso roupeiro? Têm o hábito de doar ou vender peças?
Contem-nos!


Esperamos que tenham gostado!
Beijinhos, I&J 😊

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